Jornalista, executivo e pesquisador em estratégia, Ben-Hur Correia traduz inteligência artificial em aceleração da nova liderança e resultados mais inteligentes para organizações.
Jornalista, executivo e pesquisador em estratégia, Ben-Hur Correia traduz inteligência artificial em aceleração da nova liderança e resultados mais inteligentes para organizações.
Executivo à frente da integração de IA às redações da Rede Globo, coordena o treinamento de mais de mil jornalistas em um programa que percorre as cinco regiões do país. Também lidera o desenvolvimento de novas aplicações da inteligência artificial para o jornalismo da emissora.
Pesquisador do Centro de Estratégia e Inovação da UFRJ, estuda a adoção de IA e outras tecnologias disruptivas, com aplicação direta em estratégia corporativa. Professor na PUC-Rio e na PUC-Minas, é autor de Liderança Algorítmica e Meus robôs, livros que revelam como o avanço tecnológico molda o trabalho, os mercados e as relações humanas.
Em duas décadas de jornalismo, foi correspondente internacional em Estados Unidos e França, além de assinar reportagens sobre tecnologia e outros temas em mais de 15 países. Ben-Hur sabe o que perguntar, sabe o que investigar e sabe como explicar. Três habilidades que, reunidas em um palco corporativo, transformam informação em mudança.
Líderes que usam IA são 46% mais produtivos. O dado, extraído do livro que dá nome à palestra, expõe uma verdade incômoda: dominar a tecnologia deixou de ser diferencial e virou pré-requisito. A questão agora é que tipo de humanos escolhemos ser em um mundo de máquinas inteligentes.
Como antecipar movimentos, otimizar o tempo da equipe e ocupar espaços de decisão com base em dados? A resposta está em como se usa a ferramenta. E isso exige um novo tipo de liderança: mais lúcida, mais rápida, mais preparada para o que vem adiante.
A inteligência artificial já está nas telas, nas indústrias, no bolso de todo mundo. Mas o que significa ser líder, profissional e cidadão em um mundo de máquinas inteligentes?
Ben-Hur Correia abandona o fatalismo tecnológico e abre uma discussão sobre ética, trabalho e o tipo de sociedade que estamos construindo. Uma conversa para quem quer entender o que está em jogo e como se posicionar; sem pânico e sem ingenuidade, de olho no próximo passo da tecnologia.
As pessoas já conhecem as ferramentas de IA, que fazem parte do dia a dia. O próximo passo pede mais do que acesso: é preciso autonomia. Como fazer com que cada profissional crie seus próprios agentes de IA para resolver problemas reais? O caminho passa por uma mudança de cultura, bem diferente de um simples manual de instruções.
Responsável pela introdução de novas ferramentas e pelo treinamento de mais de mil colaboradores, Ben-Hur Correia mostra que o salto está em incorporar a lógica da automação inteligente ao fluxo de trabalho. E abre o caminho para a adoção desse avanço.
As organizações já sabem que precisam de IA. O que ainda não sabem é como integrá-la à estratégia de verdade. Sem arquitetura de decisão e modelos de governança, a tecnologia vira um experimento caro, ao invés de um motor para os resultados.
A palestra parte da pesquisa acadêmica de Ben-Hur Correia e da experiência na Globo para mostrar como usar a IA ao definir objetivos, planejar cenários e na tomada de decisões. Um convite a transformar inteligência artificial em vantagem estratégica com método e clareza.
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