Head de Comunicação e RP da BYD Brasil, Henri Karam vive por dentro uma grande transformação da indústria global e faz dela repertório para ver a mudança antes e decidir melhor.
Head de Comunicação e RP da BYD Brasil, Henri Karam vive por dentro uma grande transformação da indústria global e faz dela repertório para ver a mudança antes e decidir melhor.
Como repórter e correspondente internacional, passou por Globo, Record e Band e participou da implantação da CNN Brasil. Cobriu a Guerra do Iraque, Olimpíadas e Copas do Mundo, e acompanhou de perto a ascensão da China como potência econômica e tecnológica. Foram anos lendo o mundo em movimento, no lugar onde as mudanças acontecem primeiro.
Hoje, à frente da comunicação da BYD no Brasil, vive por dentro uma das transformações mais rápidas da indústria global: a virada para uma nova lógica de mobilidade, energia e tecnologia, num ambiente de crescimento acelerado e mudança cultural constante. É desse ponto de observação que desenvolveu uma leitura sobre o que diferencia quem percebe uma transformação cedo de quem só reage quando ela já se tornou evidente.
No palco, ele conecta o repórter ao executivo para falar de liderança, cultura e decisão em cenários de alta velocidade. As palestras de Henri Karam provocam líderes e equipes a ampliar repertório, compreender padrões presentes em grandes transformações, enxergar oportunidades antes que elas se tornem consenso e tomar decisões mais estratégicas em ambientes de mudança acelerada.
Toda grande mudança parece óbvia depois que virou consenso, e cara demais para quem só reage. Henri Karam usa o que aprendeu como correspondente internacional e executivo no centro de uma transformação industrial para mostrar como se treina o olho que enxerga o sinal antes dos outros. Quem lê a mudança cedo escolhe o momento; quem chega atrasado paga o preço da pressa. O recorte se ajusta ao setor e ao ciclo de cada organização.
Crescer rápido cobra da cultura o que ela não construiu a longo prazo. Em organizações que dobram de tamanho e mudam de rota no mesmo trimestre, liderança vira execução, clareza e capacidade de recalcular sem paralisar o time. Henri Karam traz de dentro de uma das operações que mais aceleram no país o que sustenta gente e resultado quando a velocidade não dá trégua. A conversa se calibra ao momento de quem contrata, da expansão à consolidação.
Boa parte das decisões que definem um negócio é tomada sem dado suficiente e sem tempo de sobra. Henri Karam parte da própria experiência, da cobertura de guerra à cadeira executiva, para tratar a decisão sob incerteza como competência que se desenvolve, nunca como sorte. Provoca sobre perguntar melhor, ler o que os números não dizem, assumir o risco na hora certa. Ajusta-se ao nível de liderança da plateia, do gestor de área ao board.
Diplomas e cargos abrem portas; repertório é o que mantém alguém relevante quando o mundo muda de regra. Henri Karam chama de patrimônio invisível o acúmulo de vivências, leituras e travessias que permite reconhecer padrões novos e decidir com mais qualidade. Aponta como pessoas e organizações constroem esse repertório de propósito, em vez de esperar que ele apareça sozinho. O recorte conversa com o momento de carreira do público e com o desafio de cada área.
Quem só circula entre iguais para de aprender sem perceber. Henri Karam cruzou países, culturas e indústrias, da redação à linha de frente executiva, do Ocidente à ascensão da China, e revela o que se ganha ao sair da própria bolha: repertório para questionar certezas e ver o negócio por ângulos que a rotina esconde. Uma provocação para líderes que querem ampliar a leitura de mundo. A conversa se adapta ao contexto e ao setor de quem convida.
Poucos ambientes de negócio se movem tão rápido quanto o chinês, e há muito o que um líder brasileiro pode tirar dali. Henri Karam acompanha de perto essa engrenagem e mostra o que a mantém girando: velocidade, escala, execução e apostas de peso em inovação e sustentabilidade. Desses princípios ele extrai movimentos que cada organização adapta ao próprio ritmo de crescimento.
Por muito tempo, \"feito na China\" entrou nos mercados carregando desconfiança. Em poucas décadas, o país virou essa percepção do avesso e passou a liderar setores de ponta. Henri Karam conta como se dá um salto assim, da incerteza à referência global, e o que uma marca aprende quando decide reconstruir a própria reputação e transformá-la em vantagem. Um espelho para qualquer organização que ainda carrega um rótulo defasado sobre o que entrega hoje.
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