Inspire-se
- 1. Magazine Luiza
Com o projeto Luiza Code, focado na aceleração da carreira de mulheres na tecnologia, a empresa oferece, todos os anos um curso, com 100 horas de conteúdo online para mulheres dentro e fora da organização, sendo 50% das vagas destinadas a mulheres pretas.
No projeto Magalu 50+, a empresa criou um programa de contratação de profissionais com 50 anos ou mais, visando aumentar os índices de diversidade etária da organização.
Já com o programa Trainee Magalu, o foco está no treinamento de liderança para pessoas negras, buscando a diminuição das diferenças raciais existentes nas posições de liderança da empresa.
Hoje, 53% do quadro de funcionários da varejista é composto por pessoas negras, mas só 16% de seus líderes são negros.
O projeto foi pioneiro na área de D&I e inspirou outras empresas a investirem em iniciativas parecidas.
- 2. Natura & Co.
Enquanto a geração de emprego para pessoas com deficiência segue passando por dificuldades, a Natura lidera pelo exemplo e busca aumentar o número de funcionários que se encaixam na categoria e desenvolvê-los.
Além de superar a cota de colaboradores com deficiência estabelecida por lei em 3%, a empresa conta com iniciativas de capacitação e espaços inclusivos dentro da empresa. É o caso do programa de apadrinhamento de deficientes auditivos, em vigor desde o ano 2000, que oferece treinamento e aulas em Libras para integrar melhor os funcionários com a rotina da empresa.
- 3. Atento
Entre elas está a Atento, Parceira da TransEmpregos, ONG que ajuda a conectar oportunidades de trabalho a pessoas trans. A empresa de telemarketing com sede em Madri, na Espanha, trabalha ativamente pela sua iniciativa para atração de profissionais trans, com participação em feiras de empregabilidade focada nesse público.
Nos seis anos de parceria com a ONG, a empresa contratou 1,3 mil pessoas trans, de 81 mil funcionários no país.