Da estratégia ao afeto, Maria Flávia Bastos mobiliza lideranças e organizações em torno de culturas mais humanas, consistentes e conectadas.
Da estratégia ao afeto, Maria Flávia Bastos mobiliza lideranças e organizações em torno de culturas mais humanas, consistentes e conectadas.
Maria Flávia Bastos convida à pausa e à reflexão. Sua voz, gentil e profunda, é um raro encontro entre a sensibilidade humana e a solidez do conhecimento. Ela é uma pensadora, com alma de poeta e mente de doutora em Administração, professora da Fundação Dom Cabral (FDC).
Sua jornada acadêmica se consolida como prova de uma escuta atenta e amorosa sobre o que o mundo corporativo realmente precisa. A principal força está na forma afetuosa, inspiradora e provocativa com que ela move líderes e equipes a se reconectarem com o propósito, a ética e a estratégia.
As reflexões e intervenções de Maria Flávia são convites para que as organizações respirem fundo, transformando a cultura a partir do afeto e da consciência. Uma experiência que leva o público a pensar de verdade sobre si e sobre o negócio, construindo equipes mais conscientes, líderes mais preparados e um crescimento que nasce do significado e da integridade.
Um convite a respirar fundo em um mundo que nos empurra para a pressa e a fragmentação. Com base no novo livro de Maria Flávia, o ato de "pensAR" é apresentado como ato vital, que exige "ar" para que a mente areje e devolva a clareza. Ela articula o pensamento crítico, sistêmico e criativo para que líderes e equipes encontrem o espaço ideal para decidir com mais consciência, agir com propósito e imaginar futuros possíveis. Uma provocação para transformar confusão em campo de novas possibilidades.
Apresenta um olhar gentil e profundo para o coração das organizações. A saúde emocional e a sustentabilidade das relações estão no centro, inspiradas pela pesquisa de Maria Flávia sobre o "grito reprimido" dos executivos. Um convite a exercer uma liderança que vai além da tarefa, que se torna força de acolhimento e pertencimento. O foco: desenvolver líderes que saibam gerir a complexidade humana com afeto, transformando ansiedade em engajamento produtivo e significativo.
Integridade como essência que sustenta a longevidade. Maria Flávia ressalta como a ética e o compliance representam o calor de valores culturais internalizados, em vez de simples regras frias. Mergulha na conexão profunda entre a "alma do negócio" e a reputação: transparência e a coerência entre discurso e prática são os pilares para um crescimento que perdura e inspira confiança.
Uma perspectiva que nutre o espírito cooperativista com a sensibilidade da formação de Maria Flávia em Gestão Social. Levanta maneiras de fortalecer o vínculo e o sentimento de pertencimento entre cooperados, transformando a ação individual em ação coesa e significativa. A cultura da cooperação se torna o motor da gestão, gerando resultados que beneficiam a todos.
Propõe um ESG que toca a alma, com olhar especialmente direcionado ao Social (S) e à Governança (G). Vai muito além dos números, focando na humanização dos processos, diversidade, equidade e inclusão como pilares de uma cultura verdadeiramente sustentável. Destaca como a próxima fronteira dos negócios está na era dos valores, onde o cuidado com o humano é o maior indicador de responsabilidade e visão de futuro.
Em conexão com quem acredita no poder transformador do aprendizado, Maria Flávia questiona os novos caminhos da educação e a necessidade de desaprender com gentileza para reaprender com coragem. Ela enfatiza o desenvolvimento do pensamento crítico e criativo como farol contra a superficialidade digital. Joga luz sobre a educação humanística e empreendedora para formar protagonistas em um mundo que exige constante adaptação e sensibilidade.
Um abraço em momentos de transição e mudança. Maria Flávia inspira o público a encontrar a coragem suave, que é necessária para a reinvenção tanto na vida quanto na carreira. Lições sobre resiliência, propósito e a importância de um \"tempo mais humano\", para que estratégia e afeto caminhem sempre juntos, transformando o medo da mudança em jornada de crescimento.
Para times de vendas, Maria Flávia ressignifica o ato de vender como um encontro de valor. A venda de alto impacto é colocada como consequência da construção de vínculos e da entrega de valor real. A energia da atitude profissional se une à "economia do afeto": propósito e consciência do impacto como os maiores combustíveis para um time comercial que busca resultados consistentes e, acima de tudo, humanos.
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