Com sagacidade e bom humor, Marisa Orth propõe uma reorientação fundamental para lidar com os avanços da tecnologia. Ao invés de competir com as máquinas, cabe a nós investirmos nas inteligências que nenhuma IA é capaz de replicar: emoção, criatividade, ética. Com exemplos extraídos dos palcos, ela mostra como a ousadia de ser vulnerável, a capacidade de ouvir e a resiliência para aprender com o fracasso se tornam vantagens competitivas decisivas
Este encontro aborda, de forma leve e sensível, o desconforto dos profissionais pressionados a ser super-humanos em um mundo automatizado. A coragem genuína, tão nossa, não pode ser substituída pelo frio cálculo de riscos. Uma conversa para fomentar culturas em que o erro é um degrau, a comunicação é verdadeira e a inovação nasce da segurança psicológica.