No mundo em transformação, entender como liderar pessoas e times exige mais do que fórmulas prontas. Livros continuam sendo ferramentas valiosas para essas pautas estratégicas — e reforçam a mensagem compartilhada em palestras, momentos em que paramos, refletimos e voltamos com mais clareza para o dia a dia das nossas empresas.
Entre os lançamentos mais recentes, nossas palestrantes discutem diferentes frentes dos atuais desafios do mercado corporativo: pensamento crítico, liderança humanizada, inteligência artificial, performance sustentável e as novas gerações que já ocupam o mercado de trabalho. Confira as obras que estão provocando novas formas de liderar e colaborar:
01
Maria Flávia Bastos
PensAR
Vivemos sob excesso de informação, pressa e respostas prontas — e isso tem um custo direto sobre a qualidade das decisões que tomamos todos os dias. Em seu sétimo livro, Maria Flávia Bastos parte de um jogo de palavras entre “pensar” e “ar” para propor que pensar de verdade exige espaço, respiro e desaceleração.
A obra articula três formas complementares de pensamento — crítico, sistêmico e criativo — como caminho para interpretar melhor a realidade, tomar decisões mais conscientes e agir com mais propósito diante de cenários complexos. Mais do que um manual de gestão, é um convite a repensar como líderes e equipes constroem suas escolhas em meio à complexidade do presente.
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Maria Homem
Procura-se: uma nova liderança para um novo tempo
O que fazer quando o modelo de líder que sabe tudo, controla tudo e tem todas as respostas já não corresponde a nenhuma organização viva? É a partir dessa constatação que a psicanalista Maria Homem constrói seu convite: humanizar radicalmente a posição de liderança.
Sem se propor a entregar um manual de boas práticas, a autora defende que liderar hoje exige unir competência técnica à maturidade psíquica e à sensibilidade ética — reconhecendo limites, abrindo espaço em vez de ocupar sempre o centro da cena, e entendendo a liderança como um ato de mediação, não de domínio.
03
Danni Suzuki
Humanos do Futuro
Se a inteligência artificial já simula emoções e interpreta comportamentos com precisão crescente, o que continua sendo exclusivamente humano? Essa é a provocação central de Danni Suzuki, que une neurociência, tecnologia e espiritualidade para pensar os desafios da era digital.
A obra parte de uma ideia simples e urgente: toda revolução tecnológica exige, em paralelo, uma revolução humana. Para a autora, competências emocionais como empatia, vínculo e autoconhecimento deixaram de ser diferencial e se tornaram condição de sobrevivência — tanto nas relações pessoais quanto dentro das empresas.
04
Raoni Carneiro
Por onde anda sua cabeça?
De onde vêm as boas ideias, e por que algumas pessoas parecem ter mais facilidade para criá-las? Raoni Carneiro parte de conversas reais com artistas, empresários, pensadores e cientistas para investigar os bastidores do pensamento criativo.
Cada capítulo acompanha a trajetória de uma ideia — da intuição ao método, da dúvida à construção — mostrando que criatividade não é dom raro, mas processo treinável. Uma leitura para quem cria, lidera e decide em um mundo saturado de estímulos e precisa, mais do que nunca, pensar com clareza.
05
José Felipe Carneiro
Performance Consciente
Nunca tivemos tantas ferramentas, métodos e informações disponíveis — e, ainda assim, nunca foi tão comum ver pessoas produtivas por fora e esgotadas por dentro. É desse paradoxo que nasce o livro de José Felipe Carneiro, cofundador da cervejaria Wäls e ex-líder de inovação da Ambev.
A partir de sete pilares construídos na prática, longe da teoria distante, o autor propõe uma nova relação com o trabalho: produtividade sem pressa, disciplina sem rigidez, ambição sem ansiedade. O objetivo não é fazer mais, e sim fazer melhor — com presença, intenção e domínio sobre o próprio tempo.
06
Ben-Hur Correa
Liderança Algorítmica
Líderes que utilizam inteligência artificial no dia a dia já demonstram ganhos expressivos de produtividade — e o mercado começa a tratar esse domínio como pré-requisito, não mais como diferencial. Jornalista e pesquisador à frente da integração de IA nas redações da TV Globo, Ben-Hur Correa parte dessa constatação para repensar o papel da liderança.
Escrito ao lado de Pedro Pongiluppi Thomaz, o livro discute como usar inteligência artificial para antecipar cenários, otimizar decisões e ocupar espaços estratégicos — sem cair no fatalismo tecnológico. A pergunta central não é se as máquinas vão substituir os humanos, mas que tipo de humanos escolheremos ser diante delas.
07
Mari Galindo
Gen Z: a geração não óbvia
A Geração Z costuma ser tratada como um enigma a ser decifrado. Mari Galindo, fundadora da Nice House, propõe outro ponto de partida: em vez de perguntar quem essa geração é, entender o que mudou no mundo antes mesmo dela chegar.
O livro mapeia o contexto que moldou a Gen Z e que agora reorganiza consumo, trabalho e identidade em tempo real — um cenário de atenção mais curta e intensa, trabalho mais flexível e instável, e um presente que se tornou remix constante. Um convite a substituir o julgamento rápido pela leitura de cenário, essencial para quem lidera equipes multigeracionais.
As ideias presentes nessas obras também ganham vida em palestras e encontros corporativos que fortalecem equipes em todo o país. Se a sua empresa busca promover esse tipo de experiência, converse com nosso time. Na DMT Palestras você encontra consultoria especializada para transformar o seu evento em uma experiência de aprendizado e impacto
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