O Setembro Amarelo oferece às empresas uma oportunidade concreta de tratar a saúde mental com informação, responsabilidade e sensibilidade. Uma palestra bem conduzida ajuda a abrir essa conversa, preparar lideranças e levar às equipes orientações relacionadas à prevenção, ao acolhimento e à busca por ajuda.
Os números mostram a relevância do tema. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, um crescimento de 15,66% em relação ao ano anterior. Em escala global, a Organização Mundial da Saúde estima que depressão e ansiedade provoquem a perda de 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um custo aproximado de US$ 1 trilhão em produtividade.
Ao fazer parte da programação de saúde e desenvolvimento da empresa, a palestra transforma a conscientização em uma prática de diálogo e prevenção. O conteúdo pode orientar colaboradores, preparar gestores e ampliar a capacidade da organização de reconhecer fatores que influenciam a saúde mental no trabalho, como excesso de demandas, baixa autonomia, insegurança profissional, discriminação, assédio e falta de apoio.
Saúde mental no trabalho e NR-1: qual é o papel das empresas?
Desde 26 de maio de 2026, a nova redação da NR-1 inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Isso significa que as organizações devem considerar esses fatores ao identificar perigos, avaliar riscos, adotar medidas de prevenção e acompanhar os resultados. Consulte a NR-1 no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.
Entre os exemplos apresentados pelo Ministério do Trabalho e Emprego estão excesso de demandas, falta de apoio, baixa autonomia, assédio, conflitos, violência, pouca clareza sobre as atividades e problemas na organização do trabalho. Veja o Guia de Fatores de Riscos Psicossociais do MTE.
A palestra apoia o trabalho de sensibilização e capacitação, amplia a compreensão das equipes sobre os riscos psicossociais e prepara lideranças para conduzir conversas e encaminhamentos com mais responsabilidade. A avaliação e o gerenciamento desses riscos, por sua vez, devem integrar as medidas contínuas de Saúde e Segurança do Trabalho da organização.
A escolha do palestrante deve considerar o momento da empresa, o perfil do público e o que a ação precisa provocar. Conheça os especialistas da DMT Palestras e as diferentes abordagens que podem fazer parte da programação de Setembro Amarelo da sua empresa.
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Juliana Bley
Conversas que cuidam
Com quase 20 anos de atuação em saúde e segurança do trabalho, Juliana Bley parte de uma dificuldade comum nas empresas: muita gente ainda não sabe como perguntar “você está bem?” e sustentar a escuta diante da resposta.
Sua abordagem mostra como as relações construídas no raio de influência de cada profissional podem favorecer o equilíbrio emocional, prevenir conflitos e reduzir situações de assédio. Também discute como acolhimento, aprendizagem, diversidade e inovação dependem de ambientes nos quais as pessoas consigam conversar com mais clareza e responsabilidade.
Ideal para: empresas que desejam melhorar a qualidade das relações, preparar lideranças para conversas sensíveis e trabalhar a prevenção de conflitos e assédio.
Juliana BleyVer perfil completoVer perfil 02
Andrei Moreira
Saúde emocional nas empresas: por que precisamos cuidar do que adoece por dentro
Médico especialista em saúde emocional, Andrei Moreira chama atenção para formas de sofrimento que nem sempre são percebidas no ambiente profissional. Cansaço constante, irritabilidade, isolamento e dificuldade de concentração, por exemplo, podem ser normalizados como consequências inevitáveis de uma rotina intensa.
O conteúdo discute como o adoecimento emocional repercute no engajamento, no absenteísmo, no presenteísmo e na qualidade das decisões. A proposta é ampliar a compreensão sobre saúde integral e mostrar por que desempenho e cuidado precisam caminhar juntos.
Ideal para: lideranças e equipes que precisam compreender a relação entre saúde emocional, capacidade de trabalho e continuidade dos resultados.
Andrei MoreiraVer perfil completoVer perfil 03
Lícia Assbu
Segurança psicológica: o vínculo que protege a mente no trabalho
Neuropsicóloga com experiência em Recursos Humanos e educação, Lícia Assbu aproxima a ciência do comportamento das situações vividas diariamente nas organizações.
Ela mostra como os vínculos de confiança influenciam a disposição para pedir ajuda, admitir dúvidas, comunicar erros e participar de conversas difíceis. Em vez de tratar a segurança psicológica como uma ideia abstrata, Lícia apresenta os comportamentos e as condições organizacionais que fazem com que as pessoas se sintam respeitadas e seguras para se posicionar.
Ideal para: empresas que desejam fortalecer uma cultura de confiança e ampliar a prevenção dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho.
Lícia AssbuVer perfil completoVer perfil 04
Luana Araujo
O peso invisível de quem decide
Dra. Luana Araújo traz para dentro das empresas uma reflexão pouco discutida no Setembro Amarelo: quem lidera também adoece — e a saúde mental de quem decide impacta diretamente a saúde mental de quem é liderado. Uma palestra sobre confiança institucional, comunicação responsável e o custo emocional real de sustentar decisões difíceis.
Ideal para: empresas que desejam cuidar da saúde mental das lideranças e discutir como pressão, solidão decisória e comunicação em momentos difíceis repercutem em toda a organização.
Dra. Luana AraujoVer perfil completoVer perfil 05
Maria Homem
Sozinhos em grupo: o paradoxo da saúde mental no trabalho hiperconectado
Psicanalista e professora da USP, Maria Homem investiga uma contradição cada vez mais presente na vida profissional: equipes passam o dia conectadas, mas nem sempre constroem vínculos capazes de produzir pertencimento e escuta.
A partir desse paradoxo, ela analisa como reuniões sucessivas, mensagens constantes e exposição permanente podem coexistir com o isolamento emocional. A conversa convida o público a refletir sobre presença, reconhecimento e os acordos, muitas vezes silenciosos, que sustentam as relações dentro das empresas.
Ideal para: organizações que desejam discutir pertencimento, isolamento emocional e qualidade das relações em ambientes híbridos, digitais ou hiperconectados.
Maria HomemVer perfil completoVer perfil 06
Alexandre Coimbra
Saúde Mental organizacional: dos conflitos à resiliência coletiva
Psicólogo, consultor em saúde mental e colunista do Valor Econômico, Alexandre Coimbra combina repertório clínico, experiência em comunicação e uma leitura próxima dos conflitos que atravessam as organizações.
Seu conteúdo aborda como equipes reagem a crises, mudanças e períodos de tensão. O foco está em compreender como comunicação, apoio e relações de confiança podem construir respostas coletivas mais saudáveis, sem atribuir exclusivamente ao indivíduo a responsabilidade de suportar situações adversas.
Ideal para: empresas que passaram por reestruturações, conflitos internos, mudanças intensas ou períodos de alta rotatividade.
Alexandre CoimbraVer perfil completoVer perfil 07
Leonardo Machado
Entendendo os sinais antes que seja tarde
Médico psiquiatra e referência em temas ligados à saúde mental, Leonardo Machado apresenta um olhar clínico sobre sinais que exigem atenção no ambiente de trabalho.
Ele ajuda líderes e equipes a reconhecer mudanças de comportamento, manifestações de esgotamento e outros indícios de sofrimento psíquico. Também esclarece os limites da atuação de colegas e gestores, que não devem fazer diagnósticos ou assumir o papel de profissionais de saúde, mas precisam saber acolher e encaminhar cada situação com responsabilidade.
Ideal para: lideranças, profissionais de Recursos Humanos e equipes de Saúde e Segurança do Trabalho que precisam reconhecer sinais de alerta e conduzir encaminhamentos com mais segurança.
Leonardo MachadoVer perfil completoVer perfil 08
Cristiane Lage
Segurança psicológica e performance: o elo invisível entre ansiedade e produtividade
Especialista em segurança psicológica e fatores humanos, Cristiane Lage trabalha a partir do modelo HOP, Human and Organizational Performance, para analisar a relação entre comportamento, organização do trabalho e resultados.
Sua abordagem discute como ambientes baseados apenas em controle, cobrança e vigilância podem dificultar a comunicação de problemas e aumentar a ansiedade. Como alternativa, apresenta uma cultura que trata erros e dificuldades como fontes de aprendizado, sem abrir mão da responsabilidade e dos critérios de desempenho.
Ideal para: empresas industriais, operacionais ou com forte atuação em segurança do trabalho que desejam aproximar as pautas da SIPAT e do Setembro Amarelo.
Cristiane LageVer perfil completoVer perfil 09
Renata Riveti
O poder do bem-estar
TEDx Speaker e autora do livro “O poder do bem-estar”, Renata Rivetti questiona a visão de que o bem-estar é um benefício periférico, distante das decisões centrais da empresa.
Ela relaciona saúde emocional, engajamento, criatividade e sustentabilidade da performance. Também apresenta mudanças possíveis na rotina e na cultura que ajudam a tornar o cuidado mais consistente, sem depender apenas de grandes programas ou de iniciativas isoladas.
Ideal para: empresas que desejam incorporar o bem-estar à cultura e mostrar às lideranças sua relação com engajamento, retenção e desempenho sustentável.
Renata RivettiVer perfil completoVer perfil 10
Daniel Hosken
Da saúde mental ao bem-estar
Neurocientista e engenheiro, Daniel Hosken traduz conhecimentos da neurociência para situações concretas da rotina profissional.
Sua abordagem parte do reconhecimento de sinais de sofrimento e avança para estratégias de autogestão emocional, atenção e recuperação. O conteúdo combina base científica, aplicação prática e uma linguagem capaz de dialogar com diferentes áreas e níveis hierárquicos.
Ideal para: empresas que procuram uma abertura de campanha com conteúdo técnico, aplicação prática e linguagem acessível a públicos diversos.
Daniel HoskenVer perfil completoVer perfil 11
Jairo Bouer
Saúde mental no dia a dia: lições do Setembro Amarelo
Médico psiquiatra e comunicador reconhecido por tornar assuntos complexos mais claros e próximos do público, Jairo Bouer amplia a conversa proposta pelo Setembro Amarelo para além do período da campanha.
Na palestra, ele mostra como os aprendizados de setembro podem orientar atitudes durante todo o ano, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. O conteúdo passa pelo reconhecimento de sinais de alerta, pelas formas adequadas de oferecer apoio e pela construção de relações em que falar sobre sofrimento emocional seja possível. Para as empresas, traz referências práticas para que líderes e colaboradores saibam acolher sem invadir, ouvir sem julgar e encaminhar cada situação com responsabilidade.
Ideal para: empresas que desejam transformar a campanha de Setembro Amarelo em uma conversa contínua, acessível a diferentes públicos e aplicável às relações do dia a dia.
Jairo BouerVer perfil completoVer perfil 12
Marcelo Serrado
Por trás da tela: minha jornada a té romper o silêncio sobre saúde mental
Ator consagrado, Marcelo Serrado transformou sua própria trajetória de crises de saúde mental — vividas ainda durante a pandemia — em um relato público que ajuda a quebrar o estigma em torno do tema. Em “Por trás da tela: minha jornada até romper o silêncio sobre saúde mental”, ele compartilha sua experiência real de adoecimento, tratamento e superação, conectando esse relato aos desafios da vida profissional intensa e ao gerenciamento do estresse no ambiente corporativo.
Ideal para: empresas que buscam alto poder de identificação emocional e engajamento até o fim da palestra — sem perder profundidade.
Marcelo SerradoVer perfil completoVer perfil 13
Patrícia Augusto
Diversidade que protege: riscos psicossociais também têm cor, gênero e identidade
Psicóloga, palestrante e pesquisadora em Diversidade e Inclusão, Patrícia Augusto mostra o que muitas gestões de riscos psicossociais ainda ignoram: o sofrimento no trabalho não afeta todas as pessoas da mesma forma.
Com experiência prática na conexão entre diversidade e conformidade com a NR-1, ela apresenta caminhos para construir uma cultura de saúde mental verdadeiramente inclusiva — capaz de reconhecer quem está mais exposto ao adoecimento silencioso.
Ideal para: empresas que buscam integrar diversidade, equidade e inclusão à gestão dos riscos psicossociais, reconhecendo como diferentes grupos podem estar mais expostos ao sofrimento e ao adoecimento no trabalho.
Patrícia AugustoVer perfil completoVer perfil Como escolher a palestra de Setembro Amarelo para a sua empresa?
A escolha da palestra deve considerar o objetivo da campanha, o perfil do público e o nível de aprofundamento esperado. Antes da contratação, três perguntas ajudam a definir qual abordagem faz mais sentido para a empresa.
A empresa precisa sensibilizar ou oferecer orientações práticas?
Quando o objetivo é introduzir o tema, combater estigmas e abrir espaço para o diálogo, palestras de sensibilização costumam alcançar públicos amplos com mais facilidade. Jairo Bouer, Marcelo Serrado e Maria Homem abordam a saúde mental por caminhos diferentes, combinando informação, identificação e reflexão.
Para empresas que também desejam oferecer referências aplicáveis à rotina, Daniel Hosken, Juliana Bley e Andrei Moreira aproximam o assunto das relações de trabalho e das escolhas cotidianas. Já Leonardo Machado e Cristiane Lage aprofundam aspectos técnicos e preventivos, como sinais de alerta, segurança psicológica e fatores humanos.
O público se conecta mais com conhecimento técnico ou histórias reais?
O formato precisa dialogar com a cultura da empresa. Relatos pessoais, como o de Marcelo Serrado, ajudam a reduzir estigmas e aproximam o assunto da experiência de quem assiste. Alexandre Coimbra também trabalha a identificação do público ao tratar conflitos, crises e resiliência coletiva a partir de situações reconhecíveis nas organizações.
Para públicos que valorizam uma abordagem científica e analítica, Lícia Assbu, Leonardo Machado, Cristiane Lage e Daniel Hosken apresentam conteúdos técnicos em linguagem acessível. Jairo Bouer reúne informação médica, comunicação direta e orientações que podem ser compreendidas por diferentes perfis de colaboradores.
A palestra precisa dialogar com a NR-1 e os riscos psicossociais?
Se a campanha estiver integrada às iniciativas de Saúde e Segurança do Trabalho, vale escolher uma abordagem que trate das condições organizacionais capazes de afetar a saúde mental. Juliana Bley, Lícia Assbu e Cristiane Lage aprofundam questões como segurança psicológica, relações de trabalho, assédio, conflitos e prevenção.
A palestra pode apoiar a sensibilização e a capacitação das equipes, mas não substitui as etapas exigidas pela NR-1. A empresa continua responsável por identificar perigos, avaliar os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, adotar medidas preventivas e acompanhar sua efetividade.
Como organizar uma ação de Setembro Amarelo nas empresas?
Para que a palestra tenha maior aderência, o briefing deve informar quem estará na plateia, quais assuntos já são trabalhados internamente e que tipo de conversa a organização deseja promover. Também é importante considerar o formato do evento, o número de participantes, o tempo disponível e os canais de acolhimento que poderão ser apresentados ao público.
Esse cuidado evita uma abordagem genérica e permite que o palestrante ajuste exemplos, linguagem e profundidade. Uma ação dirigida a lideranças, por exemplo, pode priorizar escuta, sinais de alerta e encaminhamento. Para toda a empresa, pode ser mais adequado começar pela conscientização, pela redução do estigma e pela orientação sobre busca de ajuda.
Setembro Amarelo não deve terminar em setembro
A campanha é uma oportunidade para iniciar ou aprofundar a conversa sobre saúde mental no trabalho, mas o cuidado precisa continuar ao longo do ano. O tema pode ser integrado à capacitação das lideranças, à comunicação interna, aos canais de acolhimento e às ações de prevenção dos riscos psicossociais.
A palestra ganha mais relevância quando está conectada a esse trabalho contínuo. Em vez de uma ação isolada no calendário, passa a fazer parte de uma estratégia mais ampla de informação, prevenção e preparo das equipes.
A DMT Palestras reúne especialistas com diferentes formações e abordagens para atender às necessidades de cada organização. Fale com nossos consultores e encontre a palestra de Setembro Amarelo mais adequada ao perfil do seu público e aos objetivos da sua empresa.
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Este conteúdo tem caráter informativo. Se você ou alguém que você conhece está passando por sofrimento emocional, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone 188, disponível 24 horas.




